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O banditismo nos sertões do Brasil: o caso de Jesuíno Brilhante

R$ 110,00 R$ 80,00

Sinopse: 

Muito antes de Lampião se tornar o “Rei do Cangaço”, as terras áridas do Sertão oitocentista já eram palco das ações daquele que ficou conhecido como o maior bandido do século XIX. Mas, para além do mito do “bandido bom” e do herói romântico eternizado pela cultura popular, quem era o homem por trás do chapéu de couro? Em uma narrativa envolvente e rigorosa, o historiador Francisco Linhares cruza as províncias do Rio Grande do Norte, Ceará e Paraíba para perseguir os rastros, silêncios e fragmentos deixados por Jesuíno. Longe de se deixar seduzir por explicações fáceis, o autor revela como a violência, o assistencialismo aos mais pobres e o controle sobre os escassos recursos naturais se entrelaçavam em uma sólida e complexa rede de alianças políticas. Mais do que a biografia de um personagem carismático, este livro é uma imersão profunda na história social do crime e do banditismo rural. Uma obra essencial para compreender o sertão não apenas como um cenário geográfico hostil, mas como uma viva construção social que continua a apaixonar o imaginário brasileiro.

ISBN: 9786554212700
Autor:  Francisco Linhares Fonteles Neto
Ano de edição: 2026
Páginas: 184
Formato: 16×23
Encadernação: Brochura
Miolo: preto e branco

Em estoque (pode ser encomendado)

SKU: 9786554212700 Categorias: , ,
Descrição

Sumário

Prefácio………………………………………………………………………………. 13

Apresentação……………………………………………………………………… 15

Introdução…………………………………………………………………………..19

PRIMEIRA PARTE

CAPÍTULO 1
Teorias criminais no banditismo à brasileira……. 27

1.1 Hereditariedade, clima e taras congênitas: definindo o homem criminoso dos sertões……………………………………………… 31

1.2 A historiografia do banditismo rural: o lugar de Jesuíno Brilhante e algumas ponderações …………………………………………47

CAPÍTULO 2
Brigas de famílias no sertão…………………………. 63

2.1 O caso da província do Rio Grande do Norte: a briga das famílias Alves de Melo x Limão…………………………………………. 64

2.2 A herança de José Brilhante e as alianças interprovinciais no combate ao banditismo …………………………………………………..78

SEGUNDA PARTE

CAPÍTULO 3
Medo e desordem no sertão em controle: a circulação de notícias sobre os ataques de Jesuíno Brilhante e seu bando…………………………………. 89

3.1 Ataque à cadeia de Pombal-PB (1874) e invasão à cidade de Imperatriz (Martins-RN 1876): o medo no sertão…………………93

3.2 Secas e saques (1877-1879)…………………………………………… 118

CAPÍTULO 4
A monumentalização de Jesuíno Brilhante em “o bom bandido”………………………………………………… 129

4.1 A Literatura………………………………………………………………….131

4.2 O folclore…………………………………………………………………….144

Considerações finais: a consagração da monumentalização…..159

Referências………………………………………………………………………..165

Informação Adicional
Peso 668 g
Dimensões 2,6 × 16 × 23 cm
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Descrição do Produto

Sumário

Prefácio………………………………………………………………………………. 13

Apresentação……………………………………………………………………… 15

Introdução…………………………………………………………………………..19

PRIMEIRA PARTE

CAPÍTULO 1
Teorias criminais no banditismo à brasileira……. 27

1.1 Hereditariedade, clima e taras congênitas: definindo o homem criminoso dos sertões……………………………………………… 31

1.2 A historiografia do banditismo rural: o lugar de Jesuíno Brilhante e algumas ponderações …………………………………………47

CAPÍTULO 2
Brigas de famílias no sertão…………………………. 63

2.1 O caso da província do Rio Grande do Norte: a briga das famílias Alves de Melo x Limão…………………………………………. 64

2.2 A herança de José Brilhante e as alianças interprovinciais no combate ao banditismo …………………………………………………..78

SEGUNDA PARTE

CAPÍTULO 3
Medo e desordem no sertão em controle: a circulação de notícias sobre os ataques de Jesuíno Brilhante e seu bando…………………………………. 89

3.1 Ataque à cadeia de Pombal-PB (1874) e invasão à cidade de Imperatriz (Martins-RN 1876): o medo no sertão…………………93

3.2 Secas e saques (1877-1879)…………………………………………… 118

CAPÍTULO 4
A monumentalização de Jesuíno Brilhante em “o bom bandido”………………………………………………… 129

4.1 A Literatura………………………………………………………………….131

4.2 O folclore…………………………………………………………………….144

Considerações finais: a consagração da monumentalização…..159

Referências………………………………………………………………………..165

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